A burguesia e o “diabo da moda”: Cresce o número de cidadãos que aderem à chamada eco faschion - DE OLHO NA MÍDIA

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A burguesia e o “diabo da moda”: Cresce o número de cidadãos que aderem à chamada eco faschion

30 dezembro 2013

/ DE OLHO NA MÍDIA

A burguesia é responsável por importantes transformações social, científica, cultural e de mentalidade. Contraditória, vai aos extremos não apenas ideológicos, mas também estéticos. Em suas mãos uma arma que manejam bem e que muito pode ser usada em defesa do meio ambiente: o consumo!




[caption id="attachment_1002" align="alignright" width="179"]DSCF0701 Alex Nascimento[/caption]

Cresce o número de cidadão que aderem à chamada eco faschion, a moda sustentável que leva em conta todo um conjunto de valores. Por enquanto, os produtos ambientalmente sustentáveis são via de regra mais caros, o que dificulta maiores adesões, mas esse cenário  vem mudando. Reaproveitamento, mercadorias mais duráveis, matérias-primas ecologicamente corretas, respeito às leis trabalhistas, redução de impactos ambientais e maior envolvimento das comunidades no processo de produção são algumas premissas da sustentabilidade cada vez mais observadas por essa indústria.


Características históricas do mundo da moda, como a temporalidade das coleções, tendências e o descarte rápido de peças, que fazem parte da espiral do consumismo, já não são mais imperativos. A moda cada vez mais desfila em consonância às exigências de elegância de nosso tempo: a preocupação com o meio ambiente e com as pessoas.


A indústria têxtil consome grandes quantidades de recursos naturais, como água e fibras e de insumos, como corantes e pigmentos. Algumas alternativas como o tingimento natural, algodão orgânico e o uso de garrafas per que fornecem fios mais finos mais finos que o do algodão e vem sendo cada vez mais utilizadas na confecção de camisas, calças e bolsas. São bonitas, modernas e costumam ter o dobro de vida útil.




[caption id="attachment_1003" align="alignright" width="202"]ttt Estilista Ana Badyally[/caption]

No mundo eco fashion marcas, nomes e eventos se firmam em todo o mundo. Por aqui, a reclamação geral é que falta incentivo por parte do governo para estimular os setores envolvidos, como financiamentos para a produção de algodão orgânico, que não usa agrotóxico na produção. É importante lembrar que uma produção sustentável leva em conta relações trabalhistas justas, incentivar tal cadeia produtiva é promover inclusão social.


Não podemos esquecer que individualmente podemos dar nossa colaboração não apenas pesquisando sobre marcas ambientalmente responsáveis como também customizando peças dos guarda roupas. Em Aracaju, um nome pioneiro é a Comigoninguémpode da descolada e competente estilista Ana Badyally. Fica a dica: a moda é ser sustentável. Texto por: Alex Nascimento, jornalista, professor e presidente do Instituto Atitude de Cidadania e Meio Ambiente. Fotos: Facebook



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