Mensalão: não dá pra ser ingênuo porém temos que ser coerentes - DE OLHO NA MÍDIA

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Mensalão: não dá pra ser ingênuo porém temos que ser coerentes

20 julho 2015

/ DE OLHO NA MÍDIA
 

Não dá pra ser ingênuo, porém temos que ser coerentes. Desde o affair mensalão uma certa parcela da esquerda vem reclamando dos atropelos ao Estado de Direito, que, somados ao ativismo seletivo da mídia instaurou um clima de inquisição no cenário político brasileiro. Exageros à parte, não dá pra negar a existência de um Joaquim Barbosa, de um Gilmar Mendes, de um Roberto Gurgel. Pau que bate em chico, definitivamente, pode no máximo ser bengala de Francisco.Mas...



Do que reclamamos sempre? Do casuísmo, da judicialização da política, certo?


Claro,que não ao ponto de ser ingênuos,puristas e desconsiderar os descaminhos da política e suas relações e pressões inquestionáveis no âmbito jurídico - o que de fato reclamamos é uma atuação mais equilibrada da mídia (partidária ela sempre foi) e o cumprimento da CF 1988 por parte de quem mais deve defendê-la:
"Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;
LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;"
Não era isso? Mudamos? Vamos ser casuístas?


Por: Abrahão Crispim Filho


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