A tragédia de Mariana e várias outras cidades mineiras vai sendo conhecida - DE OLHO NA MÍDIA

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A tragédia de Mariana e várias outras cidades mineiras vai sendo conhecida

10 novembro 2015

/ DE OLHO NA MÍDIA

Texto por: Abrahão Crispim Filho



Há uma situação de caos encoberta pela mídia, porque muito maior do que se imagina


A tragédia de Mariana e várias outras cidades mineiras vai sendo conhecida em sua totalidade por pílulas ministradas pela mídia, tudo com o objetivo de não prejudicar as empresas donas da barragem que rompeu. A lama está chegando ao estado do Espírito Santo, ameaçando as cidades de Colatina e Linhares. O número de vítimas do mesmo jeito. Aos poucos para que a indignação popular não atrapalhe os negócios da VALE, privatizada por FHC a preço de banana, ou sua empresa, a SAMARCO, que operava a barragem.


Há quinze anos a situação vem sendo denunciada e há dois anos um relatório de órgãos especializados determinou medidas para evitar catástrofes como a que aconteceu. A Polícia Militar de Minas garante, lamentável num governo do PT, que jornalistas não cheguem a determinados pontos na região. Só a GLOBO e as amigas, todas no bolso das empresas. Falam que não há toxidade na lama, mas falam também que a agricultura não se recupera ali em curto e nem em médio prazo.


A devassa, se de fato o Ministério Público estiver interessado no assunto, deve chegar a Fundação Estadual do Meio-ambiente e especialmente ao procurador daquele órgão, conhecido como Joa/quinzinho (o valor da propina por licenças ambientais). Nos governos de Aécio assinava as licenças no joelho e saia com a mala. Nos de Anastasia também.






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