Banca de negócios: é raro encontrar um brasileiro que acredite na Justiça - DE OLHO NA MÍDIA

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Banca de negócios: é raro encontrar um brasileiro que acredite na Justiça

27 janeiro 2016

/ DE OLHO NA MÍDIA
Texto por: Abrahão Crispim Filho


Hoje esses nomes rolam nas bocas das pessoas e é raro encontrar um brasileiro que acredite na Justiça. Sérgio Moro vem sendo a pá de cal naquilo que poderia ser de fato um combate à corrupção, mas se transformou num espetáculo midiático. Joaquim Barbosa, quando presidente da dita suprema corte, empregou um filho na GLOBO. Rosa Weber que não tinha provas mas condenou assim mesmo, tem um filho ou filha trabalhando na GLOBO. Luís Carlos Dias Tófoli recebe os votos prontinhos do gabinete de Gilmar Mandes, bandoleiro indicado por FHC.


Carmem Lúcia vai receber um prêmio da GLOBO. É como procurador geral da República. O último digno de ser chamado assim foi Aristides Junqueira. De lá para cá o cargo virou uma espécie de banca de negócios, ou casa de limpeza de poeiras incômodas. Janot tem todos os elementos para pedir a prisão de Aécio e Cunha e outros e não pede. Enrola.


Cerveró e seu dedodurismo que vai lhe permitir gozar a vida com parte do que roubou, é lógico, posa de cidadão sério. O juiz adultera depoimentos, edita gravações, decide o que o STF pode decidir e também recebeu prêmio da GLOBO. Em suma, uma versão patética da realidade brasileira que tanto vale ser um Boninho direto do BBB ou das sessões do STF. Com poucas exceções é a mesma coisa.






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