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Homofobia tem cura? Terapeuta explica que existe tratamento para o preconceito

02 dezembro 2016

/ Unknown
Da redação

Lei contra o tipo de crime comemora 15 anos de existência em SP, mas delitos ainda acontecem diariamente


[caption id="attachment_14209" align="alignright" width="353"]homofobia © Fornecido por divulgação[/caption]

Há 15 anos, em novembro de 2001, o estado de São Paulo deu um passo contra a homofobia e aprovou uma lei que pune às práticas de discriminação em razão de orientação sexual.


Atualmente, o cenário do Brasil mudou, no entanto ainda é possível ver muitos crimes contra LGBTs, desde discriminações em casa, nas ruas, nas escolas e em empregos, até mortes, que, segundo pesquisas chegam a fazer 325 vítimas por ano.


Todos os casos, independente da gravidade, acontecem por conta de um motivo: a homofobia.




[caption id="attachment_14210" align="alignleft" width="200"]terapeuta-bruno-cesar © Fornecido por divulgação / Terapeuta Bruno César[/caption]

Os criminosos sempre apontam muitos motivos por trás deste pensamento. No entanto, de acordo com o terapeuta Bruno Cesar Costomski, criador do Tardemah Terapia, método sem o uso de medicamentos e não invasivo e que confere saúde emocional e elimina bloqueio, a atitude homofóbica nada mais é do que uma repulsa ou preconceito e, em ambos os casos, existe cura.


“As pessoas passam a ter discriminação pela forma errada que as informações são passadas a ela. Quando se associam atitudes erradas a uma classe da sociedade, ela passa a sofrer com pré-julgamentos. No fundo, a falta de entendimento e informação é que acaba provocando grandes preconceitos. ”, afirmou.


Para Bruno, a homofobia, ou outros tipos de preconceitos como o racismo, a xenofobia, e a gordofobia, têm como ser revertidos com tratamentos que realçam a importância do respeito e do esclarecimento.  “Muitas pessoas têm as suas realidades como “oficiais” e não assumem que existem outras. Elas querem impor suas próprias regras, é preciso tratar esse sentimento.”


A terapia, para estes casos, pode ajudar famílias que não aceitam os filhos, ampliando, assim, o diálogo e fazendo com que menos pessoas transmitam este pensamento para as próximas gerações. Ainda segundo o especialista, é cada vez mais importante se pensar em acompanhamento terapéutico para quem cometeu um crime hediondo motivado pela fobia. "Essas pessoas têm que pagar pelos crimes, mas apenas deixá-las encarceiradas e soltá-las em alguns anos não é uma maneira inteligente de se tratar o problema. É preciso que elas saibam que o pensamento é errado e eliminem essa atitude inteiramente."






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