Alocação de profissionais: mais que uma onda, um tsunami dentro do mercado de trabalho - DE OLHO NA MÍDIA - Site oficial

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Alocação de profissionais: mais que uma onda, um tsunami dentro do mercado de trabalho

11 dezembro 2018

/ DE OLHO NA MÍDIA

Da redação

Foto © Fornecida por divulgação


O mercado de terceirização e outsourcing está profundamente aquecido. De acordo com dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 22% dos trabalhadores formais são terceirizados - e a expectativa é que este número aumente cada vez mais nos próximos anos. Para ter ideia, somente na primeira metade do ano, muitas empresas sondaram esta modalidade de contratação, fato este reforçado pelas alterações na legislação em 2017: a Lei da Terceirização (13.429) – da contratação de terceirizados até mesmo para a atividade-fim das empresas – e Reforma Trabalhista (13.467).
Ivan Panicio, diretor comercial da Ewave do Brasil para São Paulo e Região Sul, observou este fato dentro de diversas empresas parceiras da Ewave:

“Há dentro destas companhias de tecnologia aqueles profissionais que devem ser internos, que é  o cuore business, mas existem funções que podem ser terceirizadas e que trazem benefícios para os negócios. Acompanhei bem de perto o caso de um gerente de tecnologia de uma grande empresa que tentou internalizar todos os funcionários, mas percebeu que esta movimentação não compensa financeiramente. O resultado foi que esta companhia teve perda e hoje, um terço da equipe é formada por mão de obra terceirizada” exemplifica.

Setor só cresce
O especialista da Ewave explica que o mercado está superaquecido e existe um processo lícito de circulação destes profissionais, que são muito assediados. Para as empresas, não vale a pena ter este pessoal em sua folha de pagamento pois, ao contratar vai inflacionar ainda mais o mercado -  que vai sair perdendo:

“É neste gap de mercado que as empresas precisam encontrar quem cuide da terceirização, com um  braço de recrutamento especializado que consiga fazer uma boa negociação para baixar este custo do profissional.  A ideia é que as companhias encontrem um parceiro que contrate o profissional de tecnologia ideal, entregue alguém de  qualidade arcando com todos os custos e riscos. Há essa segurança de que vai ter um bom profissional que, se sair, será recolocado.” completa Ivan.

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