Enquanto o Brasil perde energia e tempo preciosos discutindo se autoriza o uso medicinal da maconha (cujo "sim" deveria ser uma resposta óbvia), o mundo desenvolvido, galáxias adiante, debate o retumbante fracasso internacional da guerra ao narcotráfico e a consequente liberalização do consumo de drogas em geral. Pois é.
Já externei meu ponto de vista sobre o assunto, em post que se intitulava "Brasil avança na guerra burra ao narcotráfico". Ainda surta por aí um projeto de lei, do deputado Osmar Terra (PMDB), que sugere aumentar a pena para os pequenos traficantes, os pés-de-chinelo que já lotam nossas cadeias.
Não duvido das boas intenções do deputado, só acho que ele deveria se informar melhor sobre o tema.
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Sob qualquer ângulo que se analise, a repressão ao consumo de substâncias psicoativas é um equívoco. Custa bilhões em dinheiro, fora a incalculável perda de vidas humanas obrigadas a se mover pelo submundo da sociedade.
Os mais modernos e conceituados estudos econômicos, sociológicos e psiquiátricos demonstram que o proibicionismo culminou em escalada de violência, corrupção e encarceramento sem precedentes, com retorno baixíssimo, sob qualquer ponto de vista.
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